(quem) Sou eu?

11:03


E aí, meninas. Tudo certinho?

Bom, em primeiro lugar quero me apresentar e dizer o que tô fazendo aqui no blog da Andy. Antes que vocês se perguntem: “opa, pera aí, o que essa doida pensa que tá fazendo?”. Então, meu nome é Suelen, sou Jornalista e falo pra caramba. Também sou gaúcha, gremista, apaixonada por moda e psicóloga dos amigos em tempo integral. Amo minha família e meu namorado, são minha base. Também adoro futebol, não sou doente (não mais), mas gosto de acompanhar e ficar ligada no que tá rolando. Sem mais para o momento, vamos ao que interessa - falar sobre o assunto que vocês escolheram pra ser o tema do meu primeiro texto aqui no Blog.


Tô pra conhecer alguém que nunca tenha acordado, se olhado no espelho e pensado: “poxa, que cara é essa? que cabelo é esse? que olheiras são essas? por que diabos eu vim ao mundo?” e por aí vai. Acho que até certo ponto é normal nos sentirmos pra baixo de vez em quando. Acordar de mal com o mundo e tal. Mas tem que passar, caso contrário a coisa fica séria. Pois é, mas e quando não passa e a coisa fica realmente preocupante, o que fazer?

Gente, acordar com a cara virada, e, não querer acordar, são duas coisas completamente diferentes. Quando não encontramos mais motivo pra abrir aquele sorrisão em algum momento do dia (até porque ficar rindo feito besta o dia inteiro ninguém merece, né…), precisamos de ajuda. E na maioria das vezes a ajuda vem de dentro de nós. A primeira providência a ser tomada é descobrir onde, quando e por que a autoestima começou a baixar. A partir daí, você precisa se questionar. Mas se questionar mesmo, de verdade, o que fez com que você ficasse tão pra baixo? E será que vale mesmo a pena viver desse jeito?

As rede sociais, cada vez mais, fazem parte do nosso dia a dia. E com elas, várias formas de exibicionismo surgem com uma força gigantesca. O que acontece é que muita gente não percebe que isso é saudável só até certo ponto. “Ah, curti essa roupa nova. Vou ali fotografar o look e compartilhar com a galera pra todo mundo ver como sou linda e maravilhosa”. Tá bom, vai. Aí você começa a comprar roupas e mais roupas pra poder fotografar o look e share, share, share. Pra que mesmo? Você não pode levar essa brincadeira tão à sério. Existem blogueiras que ganham muito dinheiro pra fazer isso (o que é assunto pra outro texto). Se não é o seu caso, trate de parar com essa coisa chata. No momento em que você se torna compulsiva, seja lá pelo que for, sua vida não tá legal, não. Porque convenhamos, nós sabemos que você se espelha em alguém para fazer isso. E era exatamente nesse ponto que eu queria chegar.

É muito legal ter inspirações, admirar uma pessoa pelo que ela é ou se tornou. O que não é legal é pirar o cabeção e querer SER essa pessoa a todo custo. Sua autoestima vai cair SIM, porque você permitiu que isso acontecesse. E sabe o que mais? Você não está se inspirando, está copiando e, mais cedo ou mais tarde, vai perceber que ninguém é igual a ninguém. Você precisa acreditar em você, no seu caráter, na sua personalidade. Todos os dias leio por aí: “veja o look da moça famosa X e copie”. Isso aí, uhul, copie. Não cria, não, COPIA. Aí o povo vai lá e imita o que a outra tá fazendo. Gente, NÃO. Onde isso vai te levar? O seu rosto não é dela, seu cabelo também não, o seu corpo é SEU. Então ao invés de tentar ser alguém, tente apenas enxergar o que você tem de bom e apostar nisso! E não venha me dizer que você não tem nada de bom porque quebro a sua cara, tá sabendo? Sem falar no grupo dos mendigos de likes. Meu Deus, como pode uma coisa dessas? A pessoa diz que SEGUE DE VOLTA, TROCA LIKES E ELOGIOS. Ou seja, não importa quem você é, mas me segue, me curte, me elogie. Preciso disso. Não precisa, não. Precisa se tratar!

Escolhi essa questão da comparação com outras pessoas porque tenho certeza que é a realidade de muitos, por mais que não vejam dessa forma (ainda). A autoestima baixa também pode ser consequência do fim de um relacionamento (se ele não deu valor, aposto que tem uma fila esperando você desencanar), da dificuldade de aceitação (não gosta do nariz, mas e essa boca, hein?), do bullying (a pessoa que gosta de implicar com a outra é sempre a mais problemática, acredite), daquela pessoa insuportável que insiste em te colocar pra baixo de qualquer maneira (será que ela já se olhou no espelho?). 

Resumindo, como eu disse no início do texto, descubra o que está te deixando triste e lute contra. Mostra a tua força. Ergue essa cabeça, mete o pé e vai na fé. Tararãn. Abre os olhos, com toda a certeza desse mundo você tem muito mais qualidades do que pode imaginar. Se não acredita, manda um email pra mim, eu te convenço. ;)



Beijinho e até a próxima!



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